segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Inevitável?

Parece que há acordo à esquerda para governar o país. Não sendo o meu modelo preferido de governação, acho que foi dado um importante passo para a evolução das ideias em muitas pessoas de que alguns partidos são meramente de protesto.
Para os partidos em causa, está lançado um desafio que não é pequeno: a mudança da relação com os seus eleitores. Até à data eram defensores de causas sem perspectivas de haver a necessidade de decidir sobre as mesmas. Agora haverá consequências em função das decisões tomadas.

Dito isto, também me parece que esta solução era inevitável. Os partidos socialistas do sul da Europa estão em rápida erosão por se terem tornado bengalas de outros governos, daí me parecer que estamos em presença de uma estratégia de sobrevivência.

Parece-me que os riscos são grandes. Parece-me que o PS estará a tentar um abraço de urso aos seus parceiros e pergunto-me o que farão estes daqui a dois anos e meio quando começarem a surgir novas eleições no horizonte.

Caminharem juntos para sempre? Não existe "para sempre"...

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Alternativas ou falta delas

Se há frase que me desagrada é a "não há alternativa!".

Alternativas há sempre, podemos é não querer assumir as consequências. Passando para a situação política nacional, ganha ainda mais relevo. Dizem grande parte dos opinadores que não há alternativas às soluções impostas por troikas e afins. No dia em que não houver alternativa, não vivemos em democracia. Podemos não estar disponíveis para saídas do euro, etc. etc. mas que faz sentido (e muito) discutir estas opções, faz.

Todos receiam agora um eventual governo forma por PS, PCP e BE. Confesso que tenho dúvidas que consiga chegar a bom porto (podendo estar enganado, naturalmente) mas acredito que é a melhor solução táctica possível para que o PS e todos os partidos socialistas da Europa não desapareçam ou se tornem irrelevantes e condenados a ser "muletas" de governos de direita.

domingo, 3 de maio de 2015

Uma greve e a teoria da conspiração




Correndo o risco de parecer teoria da conspiração, pergunto-me se a greve dos não terá como objetivo baixar ainda mais o valor da empresa para ser ainda mais fácil e barato comprá-la.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Mais do mesmo


Vendo isto, o problema mantém-se. A solução apresentada pela Europa passa por reforçar as medidas que até aqui, obviamente, não têm funcionado. Olhando para alguns dos números com mais detalhe vejo que 79% dos pedidos de asilo à Europa são de pessoas com menos de 35 anos. Fazendo uma extrapolação arriscada, assumo que será igualmente o mesmo peso nas pessoas que tentam imigrar para a Europa, via mediterrâneo ou outras.

Um dos graves problemas na Europa é o envelhecimento da população…

domingo, 26 de abril de 2015

Comentário fora de tempo

Passam já alguns dias sobre a mais recente tragédia no Mediterrâneo. Após uma enorme corrente de solidariedade, há já um regresso ao habitual e confortável preconceito do "eu não sou racista, mas...".

terça-feira, 27 de maio de 2014

Se isto já estava bonito...

... com estes resultados, ainda melhora. Ou seja, já estamo neste bonito estado e não há perigo de conseguirmos arranjar uma solução.
Lá dizia alguém: não se governam nem se deixam governar.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Resultados ou falta deles?



Já se sabe os resultados das eleições. Votam cada vez menos pessoas. Na prática, votou uma em cada três pessoas que o podia fazer.
Acredito que o problema está a 3 níveis:

- os partidos praticam uma cultura de mediocridade em que se vive apenas da imagem e da percepção. Em todas as decisões essenciais sobre a europa, nunca houve referendos nem consultas, sendo tudo dado como inevitável e sem alternativa.
- a comunicação social foge de tudo o que tenha um pouquinho de conteúdo. Mal do candidato que quisesse discutir algum tema de fundo (provavelmente não quereria, mas enfim) pois televisões, jornais, etc.  querem é saber de gaffes e declarações inflamadas.
- as pessoas são pouco exigentes com os eleitos. Não os questionam sobre as suas acções e decisões e permitem que tudo se perpetue. Não votar é uma resposta ridícula à insatisfação pois só faria sentido se se quisesse um sistema sem necessidade de votos.

segunda-feira, 17 de março de 2014

É o problema habitual

de querermos dividir sempre tudo entre "bons" e "maus". Agora está aqui um problema que não vai ser nada simples de resolver.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Mais vale prevenir que remediar?

Esta notícia não faz sentido. Sendo um assunto que afecta o país há tantos não há razão para não termos um sistema eficaz de prevenção e detecção de incêndios. Andamos antes ocupados a alternar entre alugar e adquirir aviões. Imagino que alguém deve sair beneficiado com isso...

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

E pronto!

É com estas coisas que nunca avançamos para os assuntos verdadeiramente importantes. Não é que a questão não seja importante em termos de transparência mas não é possível haver umas audições prévias à nomeação de ministros e secretários de estado onde seja possível dissecar todos os potenciais problemas que possam ter? Agora em vez de estarmos preocupados a resolver problemas vamos andar a tratar de investigar e o dito a tratar de se defender. Enfim...

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

terça-feira, 25 de junho de 2013

terça-feira, 30 de abril de 2013

segunda-feira, 29 de abril de 2013

De caras ou de cernelha?

Isto é fantástico! Para além do ridículo que já se imaginava serem estas reuniões, ainda vem alguém "citar" o que lá se passa. Está alguém no leme?

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Estão zangados connosco?


Estou farto de ralhetes! De há algum tempo para cá, sempre que ouvimos alguém do governo a falar, é para nos dar um ralhete pelo mau comportamento. É porque vivi acima das minhas possibilidades ou porque os meus pais recebem mais pela reforma do que deviam ou ainda porque agora, pelos novos padrões, um milionário é quem ganha mais de 1200 euros por mês. 

Acho que o problema é Portugal estar cheio de portugueses. É o que incomoda o primeiro-ministro e o seu porta-voz. É uma pena Portugal estar cheio de portugueses médios e medíocres. Devíamos ter um país cheio de nórdicos, altos e empreendedores. Que não se queixassem, que trabalhassem de forma mais eficiente por meia dúzia de patacas. Que tivessem a produtividade alemã com ordenados marroquinos.

sábado, 6 de outubro de 2012

Disfarçam bem!

Vir dizer isto depois das últimas medidas que consistem em ir buscar dinheiro onde que que haja...

Populismo à vista

Em alturas de crise e quando não se tem nada de novo nem produtivo para dizer, apresentam-se estas propostas. É fácil cair no popularucho. Então e qual é a razão que leva a apresentar esta proposta? É reconhecer perante a opinião pública que quem lá está faz pouco? Isso resolve-se trabalhando mais! A única consequência que vejo desta proposta é fazer diminuir a representatividade e caminharmos para um parlamento com apenas dois partidos.

domingo, 23 de setembro de 2012

Mas afinal

as medidas foram discutidas com alguém? É que isto repete-se todos os dias. Ninguém sabia e ninguém apoia. Original estilo de governação. Na prática é não querer saber de ninguém, nem dos outros partidos, nem da assembleia em que na passada semana deve ter sido a primeira vez em que estiveram presentes a maioria dos ministros.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Ideia (talvez) parva... a caminho do abismo?

Há um mês atrás, os ajustamentos e a implementação do plano da troika estava a correr melhor e mais depressa do que o planeado. A economia ia inverter o rumo já para o ano. A meio da avaliação da troika que iria (supostamente) correr bem segundo se dizia, somos cilindrados com as medidas que todos já ouviram. Não será o caso de a avaliação ter corrido terrivelmente mal e os números que se conhecem não serem verdadeiros?
O resto é a estratégia do costume: anuncia-se medidas terríveis para medir o pulso e depois dá-se meio passo atrás numa pseudo-reunião para parecer que se cedeu.

A caminho do abismo?

Piada?

Com os problemas que os país atravessa, reúnem-se os dois partidos do governo para decidir isto?

domingo, 16 de setembro de 2012

sábado, 15 de setembro de 2012

Confesso

que achava que esta manifestação não teria muito sucesso. Ainda não estou 100% seguro que o seja. mas começo a pensar que o futuro do governo já tremeu menos. O que me leva a um pensamento: alternativas?

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Governo e troika

Poderá ter sido esta a conversa na reunião?

Would you tell me, please, which way I ought to go from here?'
'That depends a good deal on where you want to get to,' said the Cat.
'I don't much care where —' said Alice.
'Then it doesn't matter which way you go,' said the Cat

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Contra medidas

A propósito das medidas anunciadas e antes das que se vão anunciar ainda, algumas considerações e propostas:

- a baixa da TSU para as empresas e o aumento para os trabalhadores corresponde, na prática, a uma transferência de capital dos trabalhadores para os patrões;
- esta transferência tem ainda a agravante de, no caso das grandes empresas, sair do país, uma vez que a maioria dos accionistas são estrangeiros;
- com menos dinheiro, há menos consumo e não há, portanto, necessidade para as empresas de criar mais emprego;

Se o objectivo é criar condições para as empresas ficarem mais competitivas, aqui ficam umas ideias, alternativas à baixa de salários:
- baixar os custos da energia
- baixar custos das comunicações
- baixar custos dos combustíveis

em qualquer uma destas, o governo pode intervir de forma directa junto dos monopólios ou cartéis, permitindo às empresas reduzir os seus custos de forma efectiva e permanente, libertando capital para, entre outras coisas, expandir negócio e contratar pessoas. A população em geral passaria também a ter menos custos e teria portanto mais recursos para adquirir produtos e serviços (os tais que as empresas vendem). E assim, sim, para dar resposta ao aumento da procura as empresas contratarão mais pessoas, que por sua vez passarão a ter mais recursos para consumir ou simplesmente para suprir necessidades, etc. etc.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

Preso por ter cão

e preso por não ter. Há uns anos foi a escandaleira nacional porque a RTP gastou o dinheiro dos contribuintes para passar jogos de futebol na TV. Agora, como ninguém quis comprar, gasta-se! E o mercado? Anda por onde? Há uns anos, os privados poderiam comprar porque poderia ser um negócio com retorno (já para o canal público não). Agora que ninguém quer comprar, para onde foi o mercado??? Obriga-se a comprar??? Será por uma questão de serviço público???

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Estratégia do costume?

No primeiro de ano um governo, exames mais difíceis, baixam as médias e estava tudo mal. Depois, vai-se facilitando e estamos a ter resultados e tal... onde é que já vimos isto?

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Como anda Sr. Mercado?

Mas alguém ainda se surpreende com isto? mas não era positivo não haver regulação do estado e deixar o mercado actuar?

terça-feira, 26 de junho de 2012

Importa-se de repetir?

Está mesmo a dizer isto? Que estamos mais próximos de ter um país com oportunidades para todos? Pela lógica dos últimos meses isso acontecerá quando estiverem todos no desemprego?

terça-feira, 19 de junho de 2012

Quem é que é o maior?

E continua... haverá risco de vir a haver consequências?

Prova de acesso à carreira?

Então para que serve o curso e o mestrado em educação? Se acham que não tem qualidade suficiente, melhorem a qualidade aí ou aumentem aí o grau de exigência. Isto está bonito...cheira a medida administrativa para reduzir a estatística do desemprego.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Ainda gostava de ver

os estudos que serão feitos para estas demonstrações. E vai haver mais algum critério para a definição de vagas para além do da empregabilidade? Nada como uma boa estratégia global...

Já estivemos mais longe

"As massas nunca se revoltarão espontaneamente, e nunca se revoltarão apenas por serem oprimidas. Com efeito, se não se lhes permitir ter padrões de comparação nem ao menos se darão conta de que são oprimidas."

terça-feira, 29 de maio de 2012

Quanto?

Segundo estes dados, 27% das crianças vive em carência económica. O relatório baseia-se em dados de 2009, ainda a crise estava no início. É por causa de dados como este que é importante perceber que as finanças são um instrumento e não um fim em si mesmo. Servem para garantir que as pessoas podem ter uma vida melhor e o raciocínio contrário não pode ser aplicado. Infelizmente, é o que está na moda. Deve ter vindo em algum powerpoint de alguém que acha que desemprego é só uma estatística.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Copérnico

"Depois de longas investigações convenci-me, por fim, de que o Sol é uma estrela fixa rodeada de planetas que giram em volta dela e de que ela é o centro e a chama. Que, além dos planetas principais, há outros de segunda ordem que circulam primeiro como satélites em redor dos planetas principais e com estes em redor do Sol. (...)Não duvido de que os matemáticos sejam da minha opinião, se quiserem dar-se ao trabalho de tomar conhecimento, não superficialmente, mas duma maneira profunda, das demonstrações que darei nesta obra. Se alguns homens ligeiros e ignorantes quiserem cometer contra mim o abuso de invocar alguns passos da Escritura (Sagrada), a que torçam o sentido, desprezarei os seus ataques: as verdades matemáticas não devem ser julgadas senão por matemáticos."

- De revolutionibus orbium caelestium.

E quando é que deixamos de votar?

E estes senhores passam a decidir tudo por nós?

quinta-feira, 17 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Uma vergonha

Isto é mesmo uma vergonha.E já vem sendo alimentado há muito tempo. Permitir que pessoas passem dos serviços secretos para a administração de grandes grupos privados e afins.

domingo, 6 de maio de 2012

Robespierre

Vamos a ver como vai ser.

"L'autorité divine qui ordonne aux rois d'être justes, défend aux peuples d'être esclaves."

"A mesma autoridade divina que ordena aos reis serem justos, proíbe os povos de serem escravos"

sábado, 5 de maio de 2012

1º de Maio

Parece que toda a gente acordou para as demagogias, sobre a campanha do Pingo Doce.

Alguns pensamentos sobre o 1º de Maio

i) é muito significativo que tenha havido muito mais pessoas no Pingo Doce do que na rua nas manifestações. No supermercado tinham uma vantagem palpável e não acreditam nas eventuais que pudessem ter ao manifestar-se.

ii) alguns sindicatos serão os principais responsáveis uma vez que, ao terem vivido numa lógica de sobrevivência nos últimos anos, criando ou aumentando problemas para justificar a sua existência levaram a que a sua credibilidade esteja em níveis rasos.

iii) estou farto de ver as mesmas pessoas nos mesmos lugares há mais de 20 anos. Aplica-se a empresas e a sindicatos. Pergunto-me se o facto de o país estar como está não poderá também ser uma consequência disto.

iv) estrategicamente e como acção de marketing pontual, a acção do Pingo Doce foi fantástica. As pessoas encheram as dispensas em casa e durante um mês não precisarão de visitar a concorrência. A notoriedade do Pingo Doce disparou. Não foi necessário fazer publicidade ao grupo nestes dias porque telejornais, jornais, etc, etc, têm tratado disso.

v) acho que toda a gente se apressou demais a falar no dumping.

vi) durante os últimos anos o Pingo Doce vinha tendo uma estratégia de preços baixos sempre e de confiança por oposição a descontos agressivos. Foi o grupo que mais cresceu. A ver que resultados irá produzir esta nova estratégia.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Sentado?

a ver se o problema passa?

Se calhar, o powerpoint

está desactualizado e não se consegue perceber a proposta.

União? Ou nem tanto?

Pois, pelo que aqui lemos, avançamos cada vez mais para um caminho sem retorno. O problema foi quando os primeiros países da "união" tiveram problemas e os outros se apressaram a informar: "nós não temos nada a ver com os gregos"; "nem com os irlandeses"; "não somos nada como Portugal", etc, etc. A união faz a força!

domingo, 29 de abril de 2012

Isso...

... insiste no mesmo! Para quê mudar agora?

gosto!

Gosto de pessoas com opinião. Gosto de pessoas que pensam por si e não têm receio de dizer o que pensam. Gosto de pessoas para quem o mundo não se resume a slides de powerpoint. Gosto de pessoas para quem ler e ter um conversa inteligente será sempre uma prioridade sobre trocar banalidades ditas por alguém.

sábado, 24 de março de 2012

Não se deu muita atenção

mas isto foi uma vergonha. E estamos a caminhar a um ritmo silencioso mas vertiginoso para o controlo absoluto da informação. E quando isso acontecer acaba a democracia para toda a gente.

terça-feira, 20 de março de 2012

E alguns vão importar-se bastante

que isto aconteça.

A questão é mesmo esta

Apesar de todas as homenagens que, justamente são feitas, aplica-se o que disse Einstein disse

"Se a minha teoria da relatividade estiver correta, a Alemanha dirá que sou alemão, e a França, que sou cidadão do mundo. Mas se eu estiver errado, a França sustentará que sou alemão, e a Alemanha garantirá que sou judeu."

quarta-feira, 14 de março de 2012

Ou, se calhar, a questão é

os outros profissionais terem ordenados miseráveis e o dos professores parecer alto por comparação. Porque ninguém acredita, ao ler esta notícia, que algum professor traga ordenados altos para casa.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Também estou convencido que...

... quando perdermos o resto da (pouca) soberania que nos resta e tivermos um governo composto por gente de nações que nem sabemos quem são nem porque motivo foram escolhidos para o estar a fazer, isto vai ser verdade. Talvez também já não tenhamos país nem as pessoas que cá estão tenham vontade de lutar, mas isso importará a poucos nessa altura.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Como temos fartura

podemos dar-nos ao luxo de desperdiçar investigação e desenvolvimento. Aqui refere-se ao Técnico mas imagino que seja o mesmo um pouco por todas as universidades. Toca a transformar tudo em empresas, o que não der lucro vende-se ou leiloa-se! P'rá frente!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

É impressão minha

ou o balanço da segurança social foi positivo em 2011? É que, se foi, então significa que o dinheiro está a ser canalizado para pagar outras despesas. E isto depois acontece...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Qual?

Tem-se feito tudo para que cada vez menos se viva em democracia por isso é natural que isto aconteça. Democracia é ter respeito por todos e pelas suas ideias. Não é só quem tem mais votos, ganha!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Bater no fundo

isto é uma falta de respeito. Para além de se pagar impostos que deveriam suportar os serviços, pagar taxas moderadoras quando se acede aos serviços, agora paga-se para ligar para os serviços. É um direito aceder aos serviços e ter informações sobre os mesmos!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Pensamento do dia

Não se consegue vender só meia alma ao diabo.

Ironicamente, numa altura destas

é uma pena que isto aconteça. Quando o país mais precisa de qualificar pessoas, vamos fechar os centros que promovem essa qualificação. Não tenho dúvidas que muitas coisas correram mal no programa "Novas Oportunidades" e que haverá muito a corrigir e melhorar. Mas sei que, para crescermos, vamos precisar de dar oportunidades às pessoas para melhorar e para validarem as suas capacidades. E não se conhece nenhum programa alternativo. Para variar, primeiro muda-se tudo e nem pensar em perceber quais foram os resultados. É preciso cortar porque esta espécie de purga deve fazer bem a alguma coisa. No fim, quando todos estivermos igualmente miseráveis, por algum milagre, tudo há-de melhorar. Só por milagre mesmo, porque quem poderia ajudar no crescimento e desenvolvimento do país, há muito que deve ter fugido.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Já nem lá fora

Está muito mal. E para agravar, voltando muitos dos emigrantes com poucas qualificações, teremos um problema ainda maior.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Sim, livre-se quem quer que seja

de criticar alguma coisa porque os cães-de-fila hão-de aparecer logo a rosnar e a ladrar. Extraordinário país aquele em que o Presidente não pode emitir livremente a sua opinião.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

domingo, 18 de dezembro de 2011

Se há qualidade que aprecio

é a capacidade de dizer qualquer coisa durante vários minutos sem qualquer tipo de conteúdo. E nisso, este senhor é um autêntico "best-practise". Alguém é capaz de retirar alguma pontinha de conteúdo ou acção concreta das declarações deste senhor?

Fantástico!

Isto é mesmo extraordinário. Aconselhar cidadão qualificados a ir embora é uma estratégia curiosa. Vamos desenvolver-nos recorrendo a quem?

sábado, 17 de dezembro de 2011

Café português

Isto é verdade. Tenho passado por muitos países e em lado nenhum ha café como aqui. E, para ser um vizinho espanhol a dizê-lo, deve mesmo ser verdade.

Sonhar

"They who dream by day are cognizant of many things which escape those who dream only by night."

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Tudo como d'antes... no quartel de Abrantes! (2)

assim? É ilegal mas acontece e não se passa nada.

Belo conceito

Portanto, segundo aqui diz, despedir, eliminar o pagamento de horas extraordinárias e reduzir ordenados é uma correcção.

Segundo o priberam, por correcção entende-se
1 Acto de corrigir.
2. Rectificação do que está errado ou imperfeito.
3. Castigo, geralmente físico, com o fim de ensinamento. = CORRECTIVO
4. [Figurado] Acabamento.
5. Aperfeiçoamento.
6. Perfeição.
7. Pureza.
8. Modo impecável de proceder.

Quer-me parecer que este senhor deve estar a aplicar o 8...

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Preocupa-me (3)

que se queira abdicar do governo do nosso país em favor de uma entidade que decide se nos estamos a portar bem e acha-se natural não perguntar às pessoas porque levaria muito tempo e elas poderiam responder que não.

Para pagar o fogo de artifício?

Só se for para isso. Também não percebo quem é que andou a verificar as contas que, de cada vez que olha, vê mais...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tudo como d'antes... no quartel de Abrantes!

Isto sim, dá gosto...também foi a troika que decidiu?

Preocupa-me (2)

que tudo o que está a ser feito para resolver a crise assente no princípio de sermos mais competitivos porque seremos mais baratinhos e não por sermos melhores, por evoluirmos.

Preocupa-me (1)

que estejamos, cada vez mais, a passar a resolução dos problemas do presente para as gerações futuras.

Ui.. e de que maneira

e para além disto, também fomos abençoados com líderes carismáticos e corajosos que não confundam pessoas com parafusos e o país com um powerpoint? Não? Ah, pois, as bençãos já estavam esgotadas.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

Tardia? Qual acção?

Não houve nenhuma acção durante a crise até agora. E o pior é que continuo convencido que não foi ingenuamente. Governo central a caminho...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

E o que irão fazer

relativamente a isso? Um dos males é que toda a gente se queixa dos grandes crimes e da corrupção mas ninguém encara como problema ou crime o trazer canetas e cadernos das suas empresas para os filhos usarem na escola ou tirar fotocópias para capas de CDs, etc.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Estratégia para tolos

Já se percebeu qual é a estratégia para qualquer má notícia. É só fazer isto mais uma vez: lança-se uma notícia muito má, depois anda-se meio passo atrás para dizer que afinal não é tão má assim e pinta-se um quadro cor-de-rosa.

Por uma questão de princípio...

faz-se isto?

domingo, 27 de novembro de 2011

Deus nos livre

de isto ser verdade. Partidos políticos a apresentar propostas consistentes com o que andam por aí a apregoar. Era o fim do mundo!

sábado, 26 de novembro de 2011

Nem é que ache mal, mas...

o ensino é e deveria ser sempre uma aposta. É através dele que poderemos vir a ter melhores cidadãos no futuro, capazes de criar riqueza. Se as universidades têm de recorrer a isto, é porque estamos mesmo perto do fundo. Haver donativos não é mau, estar a contar com eles para manter as coisas a funcionar, sim, é muito mau sinal.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Como se tem visto

este não é, definitivamente, o caminho. Quando é que vamos saber o que (e se) está previsto para crescermos, para haver emprego, para que as pessoas possam ter alguma esperança de que estão a participar numa luta que tem um objectivo?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

E aplicar a regra ao governo?

Era uma bela ideia, não ter disfunções nem ineficiência. Confirmo que esta regra fazia muito bem a quem não tem ideias nenhumas para desenvolvimento.

O princípio do fim

Isto é uma vergonha. Para isto não vale a pena eleger representantes. Como o nome indica, são para representar e não pode ser indiferente estarem presentes ou não. Por serem do mesmo partido não têm cabeça para pensar e decidir por si? Bem diz o Mário Soares que a democracia está em perigo.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Finalmente

confirma-se o que tinha sido aqui dito. Vai-se deixar um canal para fazer propaganda e deixamos as receitas da publicidade intactas para os beneméritos dos grupos privados de comunicação social. Um mérito dou ao ministro: conseguiu inventar maneira de privatizar, manter um canal público e deixar as receitas com os colegas. Não era para todos. Vou estar atento para saber como vai ser o conceito de serviço público do canal que sobrar.

domingo, 20 de novembro de 2011

Não chega

instalar radares de velocidade, como aqui é dito, para diminuir o número de acidentes. Tenho andado pelo país fora e há muitas estradas em péssimas condições e com sinalização muito deficiente. Concordo que a condução perigosa e o excesso de velocidade são responsáveis por muitos acidentes. Mas actuando só pelo lado mais fácil, cheira a caça à multa.

sábado, 19 de novembro de 2011

A ordem está invertida

nesta ideia. Primeiro, dar as alternativas em termos de disponibilidade de transportes públicos. Só então taxar os que continuarem a utilizar carro.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Novidade...

desta é que não estávamos à espera. Aliás, populismo nunca foi regra por estas bandas.

Posso sugerir alguns nomes?

Podíamos aproveitar melhor esta possibilidade mas não era justo para os amigos brasileiros. E assim, pelo menos, não seria mais lento julgar alguém.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

ah ah ah ah mais ainda

Isto é extraordinário. "A bem da nação a informação deve ser filtrada e trabalhada pelo governo". ahahahah ainda não chega, é?

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

Ui, amuados

a perder tempo com estas discussões? Como não há muitos problemas para resolver na vossa área, estejam à vontade. Take your time...

É um caso curioso

ver esta notícia. Parece-me que ao longo dos anos o país e o estado italiano existem apesar dos governos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Se o governo entende

que não é necessário o estado estar presente nos sectores da produção e distribuição de energia, telecomunicações, cada vez menos na saúde e assim por diante, custa-me a perceber o motivo de manter canais de televisão públicos como aqui diz, mesmo numa forma mais reduzida. Diz-se que é para fazer o que os privados não fazem ou fazer melhor. E quem avalia? Mais um novo instituto?

Disse ele que somos um exemplo

para os nossos parceiros europeus durante o debate desta manhã. Exemplo? Concretamente em que aspecto? Os nossos parceiros (?!?!) verão Portugal como uma fonte de inspiração?

Não me parece normal

que o presidente do STJ faça este tipo de afirmações. De qualquer forma, este caso já mete dó. Sem justiça e sem as pessoas acreditarem que há justiça, é difícil convencer alguém a ter iniciativa e a esforçar-se por qualquer causa que seja.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

E fizeram muito bem

em tomar esta atitude. Se anda um ministro todos os dias a papaguear sobre como vai ser e a escolher nomes de canais e jornalistas, não vale a pena tentar fazer um trabalho sério que não vai, obviamente, ser tido em conta.

Um dos primeiro passos para crescer

é ser rigoroso. Em Portugal, estas coisas já são normais! Quem é que pode vir falar em aumento de produtividade?

Já era tempo

de alguém fazer isto. Esperemos é que seja por bons motivos e não para dizer para investirem cá porque a mão-de-obra é barata...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Marie Curie


"Nothing in life is to be feared, it is only to be understood. Now is the time to understand more, so that we may fear less".

E os de cá, não?

A alguns personagens da nossa vida pública, podiam aplicar esta medida.

Como, não há

serviços mínimos? A desculpa do costume vai ser "nunca ninguém foi penalizado por não disponibilizar serviços mínimos e por isso nós também não podemos ser"? Isto está bonito...

domingo, 6 de novembro de 2011

Política feita por gente do marketing

Lança-se uma notícia péssima para o ar e, quando dizemos que afinal não vai ser tão mau, até parece bom. Isto ainda vai ser apresentado com um ganho para as pessoas, como se pode comprovar aqui.

A terminar de ler

"Como era delicioso não agir, não ter vontade, não pensar e, mesmo por momentos, confiar essas tarefas à natureza, tornar-se coisa, desígnio, produto das suas mãos misericordiosas, adoráveis, pródigas de beleza."

Exciting...

isto é, para mim, sempre uma emoção.

sábado, 5 de novembro de 2011

Já foi feito

Na Alemanha, isto já foi feito. Quando o país voltou a crescer, voltou-se à normalidade. Seria possível por cá? Com alguns dirigentes e sindicatos que conheço, não será fácil.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Não é possível

sermos um país desenvolvido enquanto isto continuar a poder acontecer sem consequências. Se ninguém acreditar na justiça, quem é que vai querer ter iniciativa para fazer o que quer que seja?

Gosto

de apreciar calmamente a alegria de uma amizade.

Mal posso esperar

pelas ideias inovadoras e originais que daqui sairão.

A este ritmo, qual economia?

Segundo aqui diz, não está assegurado o financiamento da nossa economia. Só espero que, no caminho para o assegurar, não fiquemos sem economia. Corremos mesmo o risco de, depois de pagas todas as dívidas, não haver nada a partir do que produzir e crescer. A ver...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Nada como não discutir o essencial

e andarmos há uma semana de volta disto. Já quanto à questão das auto-estradas e scut propriamente ditas, nem uma palavrinha. Só que passa a haver portagens. E alguém acha que isto irá resolver tudo. Já alguém ocupou tempo a avaliar o impacto destas decisões? Talvez não seja possível, uma vez que muda tudo a cada seis meses.

Não deveria ser possível

estas maifestações. percebo todos os argumentos contra mas os militares não podem estar associados a manifestações. São um dos símbolos e garantia da soberania e ordem e não pode haver dúvidas quanto a isso. É inerente à função.

domingo, 30 de outubro de 2011

Para além de rigorosos...

havemos de tentar ser coerentes. Isto só pode ser uma graça nesta altura. Depois das posições adoptadas (ou ausência delas) aparecer para votar já e mau que chegue... Se se recusam a ser oposição, não servem nem para votar a favor nem contra. Estou farto de "jotas", seja no governo ou na oposição. Não conseguem ser independentes, parece que nunca conheceram mundo real, tudo funciona como num maravilhoso powerpoint e por aqui se anda numa fantástica troca de favores.

Concordo

com isto. Não sendo viável mais tempo de aulas, é preferível concentrar no essencial. Agora, vamos a ver o que isso será...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011