Correndo o risco de ser radical mas, não faria sentido que os subsídio de desemprego fosse equivalente ao ordenado mínimo? Pelo menos até certa idade - 35/40 anos.
Desta forma, pelo menos, deixávamos de assistir às fantásticas situações em que pessoas desempregadas recusam empregos.
domingo, 14 de março de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Qualquer dia torno-me budista!
"O maior prazer de um homem inteligente é fazer-se de idiota diante de um idiota que quer parecer inteligente."
Confúcio
Confúcio
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Proposta fora de tempo
Proponho uma nova reforma na educação: uma reforma de atitudes e de valores.
Exigir aos professores que, em vez de tecer comentários sobre familiares da Ministra e os locais que a mesma deverá visitar, ensinem pelo exemplo valores como o respeito e a responsabilidade; que a liberdade implica responsabilidade e não apenas o direito à indignação; que meditem sobre qual será o objecto central da “educação”.
Com tudo isto, nem seria preciso uma disciplina de educação cívica. Formar cidadãos é uma obrigação de qualquer escola seja nas salas de aula, nos intervalos, na cantina ou na biblioteca.
Ah, é verdade! Na rua, a manifestar (e não incluo aqui o berreiro e a gritaria) também é possível educar.
Correcção! Afinal não é uma reforma na educação, é uma reforma no ensino.
Exigir aos professores que, em vez de tecer comentários sobre familiares da Ministra e os locais que a mesma deverá visitar, ensinem pelo exemplo valores como o respeito e a responsabilidade; que a liberdade implica responsabilidade e não apenas o direito à indignação; que meditem sobre qual será o objecto central da “educação”.
Com tudo isto, nem seria preciso uma disciplina de educação cívica. Formar cidadãos é uma obrigação de qualquer escola seja nas salas de aula, nos intervalos, na cantina ou na biblioteca.
Ah, é verdade! Na rua, a manifestar (e não incluo aqui o berreiro e a gritaria) também é possível educar.
Correcção! Afinal não é uma reforma na educação, é uma reforma no ensino.
Sobre a educação
Se há área em que a demagogia e a desinformação imperam é a educação.
Gostei de ler isto.
Gostei de ler isto.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O caminho para a felicidade
A felicidade deve ser um estado em que não sentimos falta de nada, em que estamos perfeitamente satisfeitos connosco.
Tenho a ideia de ter tido, em criança, sensações próximas da que descrevi. Pergunto-me se à medida que envelhecemos não estaremos mais longe da felicidade? A ser assim, não será o conhecimento inimigo da felicidade?
Este raciocínio corre o risco de caminhar para um “Admirável Mundo Novo”.
A felicidade deve estar sobrevalorizada.
Tenho a ideia de ter tido, em criança, sensações próximas da que descrevi. Pergunto-me se à medida que envelhecemos não estaremos mais longe da felicidade? A ser assim, não será o conhecimento inimigo da felicidade?
Este raciocínio corre o risco de caminhar para um “Admirável Mundo Novo”.
A felicidade deve estar sobrevalorizada.
A crise morreu. Viva a crise!
A avaliar pelos especialistas (?!?!), parece que se está a iniciar a recuperação.
Dito de uma forma um pouco básica, a solução para a crise consistiu em alimentar o bicho que deu origem a isto tudo, ou seja, injectar capital nas instituições que ficaram subitamente descapitalizadas devido a actos originais (para não dizer duvidosos ou criminosos) de gestão.
Mas desta vez serão impostas regras mais apertadas para evitar os abusos do passado!
Pois estou mesmo em crer que sim...mas não há capitalismo sem capitalistas.
Quando as economias começarem a ter algum crescimento, logo os governos vão querer dinheiro para medidas vistosas e para isto é bom ter empresas com lucros fabulosos.
E como é que isto se consegue? Ah, já me lembro! É com as expressões “menos estado” e “deixem a economia funcionar”.
Onde é que eu já vi isto? Será que foi algum tempo antes da famosa crise?
Dito de uma forma um pouco básica, a solução para a crise consistiu em alimentar o bicho que deu origem a isto tudo, ou seja, injectar capital nas instituições que ficaram subitamente descapitalizadas devido a actos originais (para não dizer duvidosos ou criminosos) de gestão.
Mas desta vez serão impostas regras mais apertadas para evitar os abusos do passado!
Pois estou mesmo em crer que sim...mas não há capitalismo sem capitalistas.
Quando as economias começarem a ter algum crescimento, logo os governos vão querer dinheiro para medidas vistosas e para isto é bom ter empresas com lucros fabulosos.
E como é que isto se consegue? Ah, já me lembro! É com as expressões “menos estado” e “deixem a economia funcionar”.
Onde é que eu já vi isto? Será que foi algum tempo antes da famosa crise?
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