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terça-feira, 27 de junho de 2023

Ainda sobre rankings

 Acho que a discussão sobre os rankings das escolas é muito conveniente para quem devia geri-las. Adicionalmente ao que escrevi no post "Sobre rankings", ao ouvir o governo justificar-se com o facto de que há seleção de alunos, etc., etc., ocorre-me o seguinte exercício: vamos imaginar por instantes que não existia ensino privado. Quais seriam os planos para o desenvolvimento e melhoria do ensino e das escolas?

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Pensar e reagir

Gosto mais de agir do que reagir. Agir implica um pensamento sobre a ação por oposição ao impulso da reação. O tempo corre cada vez mais depressa, a velocidade com que informação e tudo corre é imensa e somos olhados de lado se decidimos para para pensar - estás a perder tempo a ler ou a fazer o quê? - ou concentrar e focar em algo. 

Olho para os meus filhos e fico impressionado com a capacidade que têm de absorver informação e novos conceitos. É quase impossível pedir-lhes para pararem e estarem apenas a observar ou pensar. Era uma coisa boa para se aprender nas escolas - a concentração. É uma capacidade em extinção que se vai tornar num talento.

Pego no tema da pandemia. É fácil falar depois ou enquanto as coisas acontecem. Mas não há ninguém nos ministérios que durante os últimos meses tenha estado a pensar, a analisar, a fazer cenários? Há algum plano, por exemplo, para quando e em que condições poderá haver um desconfinamento? Fazer cenários, baseados em boa informação é um trabalho muito frutuoso e que permite antecipar muitos problemas, definindo planos e medidas para determinadas condições.

Ontem anunciou-se testagem massiva nas escolas. Hoje é anunciado o fecho das escolas. Alguém pensou sobre isto ou estamos mesmo só a reagir?




quarta-feira, 14 de março de 2012

Ou, se calhar, a questão é

os outros profissionais terem ordenados miseráveis e o dos professores parecer alto por comparação. Porque ninguém acredita, ao ler esta notícia, que algum professor traga ordenados altos para casa.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Também estou convencido que...

... quando perdermos o resto da (pouca) soberania que nos resta e tivermos um governo composto por gente de nações que nem sabemos quem são nem porque motivo foram escolhidos para o estar a fazer, isto vai ser verdade. Talvez também já não tenhamos país nem as pessoas que cá estão tenham vontade de lutar, mas isso importará a poucos nessa altura.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

"Estamos optimistas porque

os dados de que dispomos não apontam para um pessimismo no nosso desempenho". Gosto destes raciocínios elaborados.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Se há qualidade que aprecio

é a capacidade de dizer qualquer coisa durante vários minutos sem qualquer tipo de conteúdo. E nisso, este senhor é um autêntico "best-practise". Alguém é capaz de retirar alguma pontinha de conteúdo ou acção concreta das declarações deste senhor?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

E aplicar a regra ao governo?

Era uma bela ideia, não ter disfunções nem ineficiência. Confirmo que esta regra fazia muito bem a quem não tem ideias nenhumas para desenvolvimento.

domingo, 13 de novembro de 2011

É um caso curioso

ver esta notícia. Parece-me que ao longo dos anos o país e o estado italiano existem apesar dos governos.

terça-feira, 21 de junho de 2005

O estado da Nação

Hoje soubemos que a União Europeia não concorda com o PEC – o milagre do Governo para retirar o País da crise. Diz que será necessário cortar mais despesas, etc. Haverá remédio para isto? Antes de pensar na solução, proponho pensar na causa.

Qual será o problema do nosso País? Proponho uma votação:

a) Os governantes são fracos e não têm capacidade para gerir a situação.

b) Os governantes têm capacidade mas querem ganhar prestígio e popularidade e tomam, portanto, medidas que lhes permitam atingir e/ou manter esse estado.

c) As medidas são tomadas de uma forma perfeitamente aleatória de modo a que devido a uma qualquer teoria de probabilidades haverá algumas boas medidas que anularão outras más e permitem que o nosso cantinho à beira-mar vá sobrevivendo.

Não querendo influenciar ninguém, a última opção parece-me bastante provável pois funcionando as coisas de um modo aleatório, será coerente com o facto de alternarmos períodos de crescimento com outros de depressão.

sexta-feira, 17 de junho de 2005

Sinecurismo

Em mais um “passeio” pelos blogs vizinhos, descobri no improptum um termo curioso:

Sinecurismo - sistema de governo em que se multiplicam as funções inúteis destinadas aos seus adeptos e sustentadores. (Sinecura - emprego rendoso e de pouco trabalho)

Será que se aplica a algum país nosso conhecido ?!?!