segunda-feira, 19 de abril de 2010
Devo estar a bater no fundo mas...
... com tanta coisa que se vê, ouve e sente, já dei comigo a pensar: será preferível ser o melhor dos medíocres ou o mais fraco dos inteligentes?
domingo, 14 de março de 2010
Desemprego
Correndo o risco de ser radical mas, não faria sentido que os subsídio de desemprego fosse equivalente ao ordenado mínimo? Pelo menos até certa idade - 35/40 anos.
Desta forma, pelo menos, deixávamos de assistir às fantásticas situações em que pessoas desempregadas recusam empregos.
Desta forma, pelo menos, deixávamos de assistir às fantásticas situações em que pessoas desempregadas recusam empregos.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Qualquer dia torno-me budista!
"O maior prazer de um homem inteligente é fazer-se de idiota diante de um idiota que quer parecer inteligente."
Confúcio
Confúcio
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Proposta fora de tempo
Proponho uma nova reforma na educação: uma reforma de atitudes e de valores.
Exigir aos professores que, em vez de tecer comentários sobre familiares da Ministra e os locais que a mesma deverá visitar, ensinem pelo exemplo valores como o respeito e a responsabilidade; que a liberdade implica responsabilidade e não apenas o direito à indignação; que meditem sobre qual será o objecto central da “educação”.
Com tudo isto, nem seria preciso uma disciplina de educação cívica. Formar cidadãos é uma obrigação de qualquer escola seja nas salas de aula, nos intervalos, na cantina ou na biblioteca.
Ah, é verdade! Na rua, a manifestar (e não incluo aqui o berreiro e a gritaria) também é possível educar.
Correcção! Afinal não é uma reforma na educação, é uma reforma no ensino.
Exigir aos professores que, em vez de tecer comentários sobre familiares da Ministra e os locais que a mesma deverá visitar, ensinem pelo exemplo valores como o respeito e a responsabilidade; que a liberdade implica responsabilidade e não apenas o direito à indignação; que meditem sobre qual será o objecto central da “educação”.
Com tudo isto, nem seria preciso uma disciplina de educação cívica. Formar cidadãos é uma obrigação de qualquer escola seja nas salas de aula, nos intervalos, na cantina ou na biblioteca.
Ah, é verdade! Na rua, a manifestar (e não incluo aqui o berreiro e a gritaria) também é possível educar.
Correcção! Afinal não é uma reforma na educação, é uma reforma no ensino.
Sobre a educação
Se há área em que a demagogia e a desinformação imperam é a educação.
Gostei de ler isto.
Gostei de ler isto.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O caminho para a felicidade
A felicidade deve ser um estado em que não sentimos falta de nada, em que estamos perfeitamente satisfeitos connosco.
Tenho a ideia de ter tido, em criança, sensações próximas da que descrevi. Pergunto-me se à medida que envelhecemos não estaremos mais longe da felicidade? A ser assim, não será o conhecimento inimigo da felicidade?
Este raciocínio corre o risco de caminhar para um “Admirável Mundo Novo”.
A felicidade deve estar sobrevalorizada.
Tenho a ideia de ter tido, em criança, sensações próximas da que descrevi. Pergunto-me se à medida que envelhecemos não estaremos mais longe da felicidade? A ser assim, não será o conhecimento inimigo da felicidade?
Este raciocínio corre o risco de caminhar para um “Admirável Mundo Novo”.
A felicidade deve estar sobrevalorizada.
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