Ridendo castigat mores
Boas gargalhadas sabem e fazem muito bem. Se forem consequência de humor inteligente, ainda melhor. Na época que atravessamos seria fantástico (para os ofendidinhos com esta ideia, ide passear!).
Mas não há quase ninguém a fazer humor, daquele inteligente que dá gosto ouvir. Como fazia o Herman José há muitos anos. Como vai fazendo o Ricardo Araújo Pereira e o Bruno Nogueira (não me lembro mesmo de mais ninguém por cá), sem medos nem vergonhas e com um propósito por trás. Daquele que dá gosto recordar e contar e recontar aos amigos.
Não seria fantástico ouvir umas tiradas e respostas com humor num debate da assembleia em vez das habituais frases feitas? Ou num dos 1001 comentadores sobre todo e qualquer assunto. "Ui!!! Isso é que não".
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